REGRESSÃO TERAPÊUTICA E PROFILÁTICA

Este tema – REGRESSÃO TERAPÊUTICA E PROFILÁTICA – ainda é desconhecido, polêmico e até inacreditável! Porém é real! E mais, ele não tem qualquer efeito colateral negativo ou conotação religiosa ou doutrinária, mas apenas a científica. O Dr. Hipócrates, médico grego, considerado O Pai da Medicina Científica, afirmou: “NÃO EXISTEM DOENÇAS INCURÁVEIS, MAS, EXISTEM SIM […]

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Amor, Medicina e Milagres

Livro escrito pelo Dr. Bernie Siegel, um cirurgião oncológico Americano, que fala de diversos aspectos do tratamento, acompanhamento e cura de pacientes portadores de doenças graves como vários tipos de canceres, AIDS, cardiopatias debilitantes, escleroses e outras. No livro existem diversos relatos de pacientes que foram considerados terminais por familiares, amigos e principalmente pelos profissionais […]

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HÁ ESPAÇO PARA HOBBIES NA MEDICINA?

O cirurgião vascular Jeferson Freitas Toregeani garante que sim! E reforça: é muito importante que o médico tenha uma válvula de escape para poder oferecer o melhor aos seus pacientes! Formado pela UFPR em 2000,  chegou a Cascavel em dezembro de 2002. Foi intenso: Plantões no pronto-socorro do Hospital Policlínica, sobreaviso da Cirurgia Vascular nos […]

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De volta para o passado?

O jovem soldado jaz abatido em sua trincheira. Não tem nenhum ferimento, não foi exposto a nenhum agente tóxico. Apesar da fome, apresenta razoável estado nutricional e seu cantil ainda tem água. As suas vestes, mesmo surradas, parecem suficientes para enfrentar o frio intenso. A neve, que cai aos poucos, serve de cobertura sepulcral à […]

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Entre a Medicina e o Direito: ensinamentos de pai para filha

Por vezes nos pegamos fazendo conexões entre profissões diversas, sejam elas de humanas, exatas ou biológicas. Paralelos estes mais frequentes atualmente, tendo em vista que, em um mundo cada vez mais conectado, tem se tornado comum ver equipes multidisciplinares trabalhando juntas em prol da ciência. Dentro deste cenário, começamos a refletir o que a Medicina […]

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SÍSIFO E O FAROLEIRO

As pessoas estão por toda parte, com suas histórias de vida que registram a passagem do tempo, num contínuo processo de reinvenção.    O sociólogo italiano Domenico de Masi profetizou para este milênio um período vitorioso para a nossa civilização: finalmente, depois de 10 mil anos de pastoreio e de trabalho agrícola, e alguns poucos milhares de anos após a invenção do eixo da roda, da astronomia, da escrita e da matemática, somados aos dois séculos passados recentemente quando tivemos o surgimento da indústria, centrada na produção de bens materiais em série, chegaremos ao desejado tempo do ócio e do lazer. E eu fico pensando: isso será verdade?  O que sinto, com toda essa moderna tecnologia, é uma espécie de aprisionamento do “ser” e do seu (nosso) tempo. Estamos plugados, ligados, o tempo todo. E podemos concluir: não sobrou tempo para mais nada.    Aristóteles tinha um sonho: chegaria o dia em que o homem construiria ferramentas obedientes às ordens humanas, que trabalhariam por conta própria, libertando os escravos (nós, os escravos da rotina e do tempo!) e os operários. Algo como se fôssemos heróis (e muitos de nós são heróis e heroínas, se pudéssemos todos contar nossas histórias) mitológicos gregos nos moldes de Sísifo, que foi condenado, entre outros motivos, por pensar demais, a transportar uma pedra até o topo da montanha, vê-la precipitar-se à base, tornar a repetir o movimento de levá-la para o topo, e vê-la cair novamente, numa total desesperança. Com a tecnologia atual, um robô poderia fazer esse transporte. Aí teríamos tempo para pensar sem sofrer condenações.  Será que pensar demais pode fazer mal para a saúde? Muitos acham que   sim.    Lembro de Sísifo nesta época de começo de ano, e com a pandemia da Covid-19 impondo reflexões permanentes. O sonho de Aristóteles de que máquinas fariam o trabalho pesado e os homens poderiam, todos, desfrutar da filosofia, da literatura, da música, da pintura e da escultura, está longe de se tornar real. Sempre há algo a nos escravizar e a nos ocupar, quando não o próprio tempo que vai passando.     O professor e filósofo Roberto Marin, de sua janela para o mundo, em Medianeira, aqui pertinho de Cascavel, chegou aos 60 anos e se deu conta que ao seu lado estava, calado, desde sempre, o tempo, e que resistiu bravamente à jornada da vida, mas que foi preciso, a cada manhã, se reinventar.    O meu paciente Antônio Ribeiro, faroleiro aposentado, que nunca ouviu falar em Sísifo, conta que ainda sonha com o trabalho no farol, na Ilha de São Luiz, no Maranhão. Um dia ele se cansou de apenas sinalizar para os navios e desceu ao Porto de Itaqui para conversar com as pessoas. Cada um daqueles navios gigantes que atravessava o oceano tinha uma tripulação de aproximadamente 15 homens, apaixonados pelo mar e com histórias maravilhosas para compartilhar.      Hoje, o farol é controlado por uma máquina, e os navios cada vez mais automatizados, guiados por satélites. Mas os homens ainda têm, para contar, coisas de se admirar. É por aí que a jornada deve seguir, penso.  As pessoas estão por toda parte, com suas histórias de vida que registram a passagem do tempo, num contínuo processo de reinvenção. Então, vamos repartir esperança. Mas, será o otimismo uma espécie de doença sem tratamento? Quem souber a resposta que me escreva, por favor.   Márcio Eduardo Ouriques Couto – Médico cardiologista

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Trajetória de vida

Tudo se iniciou no dia 13 de novembro de 1951, quando após muitas horas de trabalho de parto acompanhada por uma parteira experiente, foi recomendado que minha mãe fosse encaminhada ao Hospital para que o desenrolar desse distócico parto se resolvesse pelas mãos experientes do Dr.Moises Paciornik. Nasci após fórceps com os surpreendentes 5.480 kg. […]

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MINHAS PAIXÕES: MEDICINA E COOPERATIVISMO

Sou médico ginecologista e obstetra há mais de 30 anos. Muitas consultas, plantões, cirurgias e mais de 4 mil partos. A profissão de ginecologista e obstetra me trouxe muita satisfação. Tive muitas alegrias e momentos difíceis na minha missão como médico. O que eu mais gosto da minha profissão é poder prestar atendimento direto a […]

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A PSICOLOGIA NA DOR

(A DIMENSÃO PSICOLÓGICA DA DOR) O sistema complexo que envolve as dimensões de dor (sensitiva-discriminativa, afetiva-motivacional, cognitiva-avaliativa e comportamental) revela que fatores psicológicos são sempre mediadores no processamento da dor, seja ela de origem nociceptiva, neuropática oupsicogênica.A conceituação de dor definida pela IASP (International Association for the Study of Pain) em 1979 afirma isto, quando […]

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DE MÉDICO À PACIENTE

Em 1981 cheguei a Cascavel, com muita vontade de trabalhar e mudar certos conceitos da medicina convencional (aquela em que o médico vinha para o interior montava um consultório e as vezes era dono do hospital sozinho, comprava uma fazenda e não investia muito da área médica). A minha ideia era montar uma estrutura especializada […]

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