A imunização é uma das medidas de saúde pública mais eficazes para prevenir doenças e salvar vidas. Com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e proteger crianças e adolescentes contra enfermidades preveníveis, o Ministério da Saúde iniciou nesta semana a Campanha Nacional de Multivacinação, que segue até o dia 1º de setembro em todo o país.
A mobilização tem como foco crianças e adolescentes menores de 15 anos e busca atualizar as cadernetas de vacinação daqueles que possuem doses em atraso. Diferentemente de campanhas voltadas para uma única doença, a multivacinação reúne diversos imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação, permitindo que, em uma única visita à unidade de saúde, seja feita a avaliação da carteira vacinal e aplicadas todas as vacinas indicadas para cada faixa etária.
Entre as vacinas que poderão ser oferecidas estão as que protegem contra poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, difteria, tétano, coqueluche, hepatites A e B, meningites, febre amarela, HPV, influenza, Covid-19 e dengue, nos municípios onde o imunizante faz parte da rotina. A disponibilidade depende da idade da criança ou adolescente e das doses já registradas na caderneta.
Para facilitar o acesso da população, estados e municípios poderão promover ações como vacinação em escolas, ampliação do horário de funcionamento das salas de vacina, utilização de unidades móveis e busca ativa de crianças e adolescentes com esquemas vacinais incompletos. Além disso, o Dia D Nacional de Multivacinação, marcado para 22 de agosto, concentrará esforços para ampliar ainda mais o alcance da campanha.
Outro ponto de atenção é o sarampo. Diante da confirmação de novos casos no país, o Ministério da Saúde também reforçou a importância de manter a vacinação atualizada como principal estratégia para evitar a reintrodução da doença e impedir a formação de novas cadeias de transmissão.
A Associação Médica de Cascavel destaca que vacinar é um ato de proteção individual e coletiva. Ao manter a caderneta em dia, pais e responsáveis contribuem para a segurança de seus filhos e ajudam a reduzir a circulação de vírus e bactérias, protegendo também pessoas mais vulneráveis, como idosos, gestantes e indivíduos com baixa imunidade.
Associação Médica de Cascavel
Fonte: Ministério da Saúde

